do prazer de ser quem sou e estar onde estou.

Tô aprendendo e me curtir, sabe? So good.
Sexta fui caminhando do Leblon até o metrô de Copacabana com o iPod no último volume cantarolando (alguns refrões alto até. hihi). Passei na Casa do Saber e peguei a programação. Um monte de curso interessante. Papai me ligou porque leu no meu blog o e-mail que escrevi pra Marcelo e só mandei 3 anos depois pra perguntar se eu tava bem, se eu tive uma catarse (nas palavras dele). Fiquei tããããão feliz que ele se importa. Mas tão! Haha.
Sábado acordei na hora que não aguentava mais ficar na cama (delícia), tomei café na esquina do Largo do Machado (meu pai chama de nossa esquina, quando ele dorme lá em casa a gente toma café junto lá), depois fui caminhando pela rua do Catete até o Palácio… prédios antigos, artistas de rua, turistada danada… ❤ AMEI o Museu da República. Até chorei no quarto que era do Getúlio Vargas, tudo igualzinho ele viveu, os mesmos móveis na mesma posição, até o pijama ensanguentado e o revólver que ele usou pra se matar tão lá… amazing. Fiquei até fechar e vou ter que voltar porque fiz o final correndo. Pra variar, na timelime da História da República achei um tanto exagerado o trecho sobre o Regime Militar… but. Comprei o DVD de “A Música Segundo Tom Jobim” (já assisti no cinema, maravilhoso) e um documentário sobre os anos anteriores, durante e depois JK na lojinha de souvenir do Museu. Depois fui almoçar/jantar no Lamas (onde Getúlio costumava tomar o chá dá tarde dele), comi aquele bife à parmegiana maravilhoso de lá com uma Malzbier geladinha. Depois fui pra casa, escrevi um post sobre o meu pai ao som de Tom Jobim, quase morri de preocupação com Beib e dormi assistindo JK. Altas imagens da época, preto e branco tratado. Construção de Brasília, discursos etc. etc. bem bacana.
Domingo almocei a sobra do bife assistindo JK e fui pro workshop da Waldvogel no Armazém 6 do Cais do Porto. Muuuuuuuuuuuuuuuuuuito bom, ela é uma fofa. Apresentou trechos dum documentário que ela e uma equipe super jovem fizeram para a Globo News esse ano sobre o dia-a-dia do Congresso. Ela agradeceu a presença de todos, considerando que o workshop foi no horário do jogo do Flamengo. É mole? Um doce. Eu ria alto durante o debate, demais. Mandei pelo Twitter um recadinho pra ela e ela me respondeu (viva a internet). Depois fui correndo pro Botafogo Praia Shopping assistir o documentário sobre o Wikileaks em cartaz pelo Festival do Rio. Incrível de bom. Contraditório demais o Assange estar hoje na embaixada equatoriana em Londres, logo ele, aparente defensor inabalável da liberdade de expressão. Tô besta até agora, digerindo tudo com dificuldade, especialmente caso o Bradley (ou Chelsea?) Manning, e maravilhada com as (re)evoluções tecnológicas e o potencial delas… construtivo e não. Depois fui pra casa, assisti o documentário da Waldvogel na íntegra que tá disponível na internet (viva ela mesmo, a internet). Very good indeed. Cada detalhe: desde quantas pessoas limpam a Câmara e o Senado e cuidam do jardim até as correrias das votações e dos lobbys por lá. De tudo quanto é canto e credo. Por sorte, eles estiveram por lá e puderam retratar o dia que o Planalto enviou a proposta de reforma política pro Congresso, o quiproquó sobre a tal cura gay e a ida dos artistas (Roberto Carlos e cia) para pedir (e conseguir) a aprovação do PL do ECAD. Hilário todo mundo cantando alto em coro “O ECAD sou eu” no ritmo de “Esse cara sou eu” bem no plenário da Câmara batendo palmas. Acho que é tipo jabuticaba: só no Brasil…
Hoje acordei cantarolando ‘um belo dia resolvi mudar e fazer tudo que eu queria fazer…’

Enviada em: segunda-feira, 30 de setembro de 2013

sensacionais tiradas londrinas de Mahatma Gandhi.

“Enquanto Gandhi estudava Direito no Colégio Universitário da London University de Londres, um professor de sobrenome Peters lhe tinha aversão. Mas o estudante nunca baixou a cabeça.
Um dia o professor Peters estava almoçando no restaurante da Universidade e o aluno veio com o seu prato e se sentou ao lado do mestre. Altivo, Peters disse:
– Gandhi, você não entende… Um porco e um pássaro não se sentam juntos para comer.
Gandhi prontamente respondeu:
– Fique tranquilo, professor… Eu saio voando.
E se mudou para outra mesa.
Mr. Peters ficou cheio de raiva e decidiu se vingar no teste seguinte. Porém o aluno respondeu de forma brilhante a cada pergunta. O professor, então, ao lhe devolver a prova corrigida disse que lhe faria mais uma pergunta, verbalmente:
– Ghandi, você está andando na rua e encontra um saco. Dentro dele estão a sabedoria e uma grande quantidade de dinheiro. Qual dos dois você pega?
Gandhi respondeu sem hesitar:
– É claro, professor, que pego o dinheiro!
Peters, com ares de superioridade, disse:
– Eu, ao contrário, pegaria a sabedoria!
Ghandi, sereno, arrematou:
– É isso, professor. Cada um pega o que não tem…
O professor Peters ficou histérico e, antes de entregar a prova escrita nela escreveu: “Idiota”.
O jovem Gandhi recebeu a folha, a leu e depois de alguns minutos dirigiu-se ao professor e disse:
– Mr. Peters, reparo que o senhor assinou a minha folha, mas não colocou a nota…”

coisasgostosas.doc

hot filadélfia, pão com manteiga na chapa com um cafézinho, se apaixonar – seja pelo que ou quem for, rir até perder o fôlego ou chorar de rir, um banho pelando num dia de muito frio, ficar debaixo da queda duma cachoeira, o final duma trilha bem trabalhosa, frio, calor, grandes cidades, cidades do interior, regionalismos, sotaques, filmes com final feliz, filmes realistas, cappuccino, humildade, saber o que alguém quer dizer ou sente ao olhar nos olhos, olho-no-olho, reconhecer caras de cú, saber ouvir críticas, línguas novas, o português, sotaque britânico, papo cabeça, papo furado ou até mesmo não precisar de sequer dizer uma palavra, energia positiva, o samba, carnaval, sonhar com quem nunca mais se viu ou que vê todo santo dia, Master, Perfil e War, um vinhozinho, carteado, unha bem feita, cores, anéis, as amigas de antigamente, as novas amigas, gírias idosas, minha bicicleta, a natureza e seus milagres, ser chamada pelo apelido que você mais gosta, ver os lugares do alto e as pessoas por dentro, o nascer e o pôr do sol, música de acordo com o espírito, dormir de conchinha, fazer nada sem culpa, dias corridos, sem limites em um supermercado, lareiras, dirigir cantando alto, a calça de moleton da minha avó, meu edredon de sempre, o Brasil, Flamengo, domingo no Maracanã e/ou no cinema, abraços, notas 10, um professor tão bom que não dá pra não prestar atenção na aula, sorriso de criança, sentir o cheiro de alguém querido inesperadamente, churrasco com cebola na brasa, ouvir sua música favorita do momento tocar no rádio, escutar a chuva cair, de preferência debaixo dela, tomar aquele banho e dormir na sua própria cama com lençol e fronha recém trocados, toalhas antigas recém passadas, mensagem de madrugada, perceber que quem está perto, está, de fato, perto, ou que alguém que tá longe tá é bem pertinho, banho de espuma, chopp preto gelado e espumado, quer dizer, vários, achar dinheiro esquecido num bolso qualquer, mitologia, História, enigmas, rir de si mesma, uma madrugada inteira falando e, ao se dar conta, já é de manhã, correr pra não perder hora, ir devagar se próposito, viajar, verdades – nunca absolutas, exceções, o de sempre, equilíbrio, acordar e descobrir que ainda pode dormir mais algumas horinhas, novas experiências, as antigas e deliciosas, ligar o botão do foda-se, acreditar no destino, mas mais ainda em si mesmo, viver sem rumo, ter objetivos, não acreditar em deus, mas senti-Lo todos os dias, todas as religiões e o melhor de cada uma, cachorros, idosos de mãos dadas e sorrisos de criança, ter alguém mexendo no seu cabelo, realizar um sonho antigo e já ter um novo em mente, dançar horas e horas e do jeito que quiser, ir a um ótimo show, fazer bolo e raspar a calda que ficou na panela, fondue de queijo, pizza, camarão com catupiry, carpaccio, alcaparras, nachos e Coca-Cola normal bem gelada, segurar na mão de alguém se realmente gosta, encontrar um velho amigo e perceber que algumas coisas, sejam boas ou ruins, nunca mudam, ir às melhores montanhas russas de novo e de novo, B13, nostalgia, ânsia pelo futuro, o hoje, horário de verão, filosofias de bar, sorte – no jogo e no amor também, filmes no domingo, dias de semana com gostinho de sábado e domingo, se surpreender com as próprias capacidades, o medo que não paralisa, livros inesquecíveis, álbum de fotos, diários, reencontros, compreensão, Carol, papai e mamãe, a família reunida, saudade, sonho, paz de espírito e no mundo também e, o mais importante, o amor – sem apego – por amar, simplesmente.

Tipo: Documento de Texto
Tamanho: 2,98KB
Data de modificação: 04/12/2006 14:34